quarta-feira, 12 de setembro de 2012

Sócrates e Santo Agostinho acreditavam na imortalidade da alma

Estou participando de uma mostra de filmes produzidos por Roberto Rossellini sobre grandes filósofos. O evento é promovido por Professores do Departamento de Filosofia da Universidade Federal do Paraná (UFPR).
Segunda-feira foi apresentado o filme SÓCRATES e ontem SANTO AGOSTINHO. 
Ambos os filmes são interessantes e recomendo a assistí-los. A cena mais chocante do filme sobre Sócrates é a parte final, que mostra seu julgamento e ele, tornou-se advogado de si mesmo, com um glorioso discurso e que, mesmo assim, não evitou que fosse condenado a morte. Poderia ter fugido, mas preferiu cumprir sua pena porque não tinha medo da morte e acreditava na imortalidade da alma.
O filme Santo Agostinho mostra questões políticas que envolveram o Império Romano e a Igreja entre os séculos III e IV. Santo Agostinho pregava contra a corrupção e em determinada situação, descumpria a lei para promover a justiça social.
O que Sócrates e Santo Agostinho tinham em comum era a crença na imortalidade da alma, principal pilar da doutrina espírita de Alan Kardec.
Nesta quarta será apresentado o filme DESCARTES e amanhã PASCAL.
Não posso deixar de registrar a participação de professores da UFPR que comentam sobre os filmes e obviamente, um pouco mais sobre os filósofos em cena.
Parabéns Departamento de Filosofia da UFPR pela iniciativa, só falta mesmo, popularizar e aumentar o público.
Filosofia serve de terapia para a vida.

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Critique, elogie, sugira!
Obrigado pela sua contribuição